quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Away, alone.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Where are you now?
Uma coisa que eu não suporto é alguém tentando te entender, e ainda pensar que está certo sobre tudo que se passa com você.Me pergunto se alguém além da minha mente sabe o que se passa dentro de mim... Ou eu finjo, e estrou sendo verdadeira, ou estou sendo verdadeiro e finjo. Quando posso estar tão quebrada por dentro, pareço estar tão bem por fora. Quem lê isso, diria que eu sei esconder meus sentimentos, eu até sei, mas só posso escondê-los dos outros.
Queria escondê-los de mim... Não queria sentir o que eu sinto, não queria me sentir só e pensar que nada está bem, quando na verdade, tudo em volta está. Então, qual é o problema comigo?
Porque eu me sinto assim? Eu me forço a me sentir assim?
Há tantas questões na minha mente, que as vezes eu me perco. Me sinto perdida e não sei como voltar para a direção certa.
Eu queria ter alguém, alguém que eu pudesse compartilhar cada pedaço, detalhe e imagem que passa pela minha mente. Alguém que me apoiasse nas minhas decisões e me fizesse sorrir quando eu pensasse que tudo estaria perdido - de novo.
Eu não quero um amor, um romance, uma história de conto de fadas... Não me importo em ficar sem isso. Eu apenas quero um amigo, um companheiro, uma metade que me complete com palavras, gestos e que tire todos os pensamentos da minha cabeça.
You said you hate my suffering
And you understood
And you’d take care of me
You'd always be there
Well where are you now?
And you understood
And you’d take care of me
You'd always be there
Well where are you now?
domingo, 19 de julho de 2009
Isto é apenas um relato.

22 de Maio de 2009:
O dia passou muito devagar.
Escola, estudos, notas. Quem precisa disso quando sabe que depois de algumas horas vai encontrar alguém tão especial?
E era isso mesmo.
De noite, meu rumo não era para casa e sim, para o aeroporto. O dia foi longo, mas finalmente, chegou a hora. Estava em pé, bem na frente do portão de desembarque, esperando ela chegar.
As pessoas passavam, passavam e passavam e nada dela chegar. Até que finalmente, eu a vi. E ela me viu, claro.
E aquilo foi muito surreal. Nós só nos falavamos por internet, as vezes uma ligação ou outra, e agora ela estava na minha frente! Eu não sabia o que dizer, pensar nem nada. Eu até me lembro dela falando ''É mesmo você? Você é real?'' Após do aeroporto, depois de um longo e confuso caminha para casa, nós chegamos aqui. Jantamos Gnhocchi às 2 da manhã e ficamos rindo na frente do computador até termos noção do horário...
E o dia seguinte ia ser cheio.
23 de Maio de 2009:
Acordamos super atrasadas (noite mal dormida, culpa nossa) e tivemos que sair voando para encontrar as outras meninas. Chegamos na Paulista (uma hora atrasada) e encontramos todo mundo. Pegamos as malas, guardamos tudo e fomos para a Augusta, comprar óculos.
Era umas 15h da tarde e a Augusta já não tinha mais graça... Até que nos ligam, falando que a fila já estava ENORME. Eu, entrei em pânico, e então, decidimos ir para lá direto, ao invés de ir só de noite (o que foi ótimo). Chegamos na fila, e ela não estava enorme, mas resolvemos ficar por lá.
O sol ainda estava forte, ficamos sentadas lá conversando, vendo nossos outros amigos, comprando cerveja (promessa feita), indo até o posto que tinha Starbucks e Subway, até que a noite chegou (nesse meio tempo eu descobri que tinha ganhado um concurso de fotografia!)
De noite, minha mãe trouxe cobertores para nós, pois a noite ia ser fria. Com a bunda no concreto, cantando músicas alto e atrapalhando os outros, com o Caique falando sem parar, com os videos e fotos com óculos, com a ida no Habbib's às 3 da manhã, tentando caçar algum táxi de meia em pleno Estádio do Morumbi, com a invasão no Morumbi onde nós não podiamos entrar, com o palco sendo montado, com as tentativas de dormir...
Tudo isso só pelo dia seguinte.
24 de Maio de 2009:
Era o dia. Era hoje. Conseguido apenas 50 minutos de sono, eu posso dizer que estava mais acordada do que nunca. A ansiedade não me deixava sonolenta.
A fila aumentou, e nós estavamos na primeira parte dela (orgulho!) Muito sol, muitas pombas, muita água.
Não podiamos sair de lá, estavamos presos dentro das grades. Minha mãe chegou e nós trouxe almoço (grande Lilian) e levou tudo embora! Às 14h da tarde, com toda aquela gente gritando e pulando, conseguimos entrar no Estádio. Saimos correndo e por fim, conseguimos um ótimo lugar (tudo tão perto). Foram mais algumas horas sem fazer nada, esperando.
A primeira banda entrou... Animação, mas a ansiedade continuava.
A segunda... O que foi bem mais emocionante.
E por fim... O pano branco caiu, revelando tudo que eu via nos meus sonhos, mas em realidade. Eu não sabia o que pensar, fiquei alguns minutos em choque até perceber o que estava acontecendo.
Vou mentir se falar que eu não chorei. Tudo se passou tão rápido, que apenas me lembro de tudo acabando. Minhas pernas doiam, meus braços, meu corpo inteiro. Eu não conseguia andar direito.
Encontramos as meninas e ficamos lá, caidas no chão, pensando sobre a pior/melhor noite da nossa vida.
Foi tudo lindo. É que eu posso dizer. Palavras não vão ser fortes para dizer o que eu senti.
25 de Maio de 2009:
Era o dia que ela ia embora.
Arrumamos as coisas e fomos para a Paulista, aproveitar São Paulo mais um pouco. Sentamos num bar, comemos coxinha e era a hora de ir.
Chegamos no aeroporto, fizemos tudo que precisava.
Eu me senti realmente triste, e se ela tivesse me abraçado mais um pouco, eu ia chorar.
Ela foi embora, deixando uma saudade enorme no meio do meu peito.
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